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LIVRO: ...venha a nós o teu reino...

segunda-feira, 15 de junho de 2015

JULGAR NÃO É CONDENAR...

                            


O processo do julgamento, nas leis terrena; é a convicção de um composto de argumento feito pelos advogados, para convencimento de sua Majestade, o Juiz; para que este; possa fazer o julgamento nos crimes praticado pelo o réu; absorvendo-o, ou condenando-o; é este o procedimento na justiça comum dos homens.
Já na justiça acima do comum do nosso DEUS CRIADOR, procede completamente com uma diferencia avançada no campo da universidade celestial para julgamento da vivencia dos seres humanos terráqueos no seu livre arbítrio, para se comportar como seres animalizados racionais, se educando, amando uns aos outros, como na lei criada pelo DEUS CRIADOR, cumprindo-as, para ”amar a seu próximo como a si mesmo”, e ao DEUS CRIADOR, como um ser supremo criador de todas as coisas boas; e nesta vivencia da espiritualidade, poderão, serem julgados por aqueles que estiverem ligados ao DEUS DA CRIAÇÃO. Estes seres humanos deverão institucionaliza-se, isto é; criando em si uma firma com o carimbo do ETERNO, para receber as determinações deste SER MAIOR.
 Com esta metodologia do ETERNO; os coordenadores, e julgadores, dos seus irmãos, só não poderão condena-los, pois, na leia do “crescei e multiplicai”, a condenação é feita por cada individuo, nos erros e acertos, que terão base na institucionalidade da consciência do corpo matéria, que também está na a consciência do corpo espírito, pois, neste fim dos tempos previsto pelos profetas, que proporcionou a este Milênio um programa para reformar o planeta Terra, e no nosso corpo matéria, para vivenciarmos esta frase; (“O espírito é um fato real”) (SADABI). O espírito, não se calará, pois, romperá as entranhas do nosso corpo matéria, e dominando a língua, e falará, eu sou culpado, ou se não tiver culpa, dirá; sou inocente, se culpados, condicionam-se,  a cumprir sua condenação feita por ele mesmo; em sucessivas encarnações, ou aqui, neste planeta Terra, ou em outro mundo, (planeta), a ser reformado pela natureza e o ETERNO.
Neste processo de condenação feita pelo rigor aos humanos, deve ser entre si, para se chegar ao denominador comum em busca da sua salvação, reformando o corpo espírito, e o corpo matéria, nas reencarnações sucessivas, durante o caminhar evolutivas de cada um, desde os primórdios tempos, que eles mesmos, fizeram suas reformas corporal e espiritual, e chegaram até esta época que vivemos.
Estes processos de julgamento feito aos humanos por amor favorecem só a eles, no caminhar em busca da evolução. Os julgados por amor devem estar inseridos nas determinações do ETERNO, em busca do DEUS DA CRIAÇÃO. Estes herdaram a terra prometida, e farão partes no sistema Monárquico DIVINO, onde Jesus reinará na majestade do Pai Celestial...

Do relator Edvaldo.

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